Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de junho de 2012


Equipamento adaptado para deficientes será obrigatório em academias

O projeto também obriga a fixação de aviso e placas informando que naquele espaço existem aparelhos voltados especialmente para pessoas com deficiência física e que seu uso é de exclusividade para esses clientes.

31/05/2012 17:48



A instalação de aparelhos de ginástica e condicionamento físico adaptados às pessoas portadoras de deficiências vai passar a ser obrigatório, nas academias de musculação em Feira de Santana.

É o que determina projeto de lei aprovado em segunda e última votação pela Câmara Municipal. A matéria de autoria do vereador Luiz Augusto de Jesus – Lulinha, segue agora para a apreciação do Poder Executivo, para que seja sancionado.

De acordo com a proposta, os aparelhos especiais deverão ser instalados nas academias que possuam alvará de funcionamento expedido pelo Município e que já possuam área reservada para a prática de exercícios.

Também será obrigatória a construção de rampas no interior e na área externa das academias, possibilitando maior acessibilidade para os usuários.

O artigo 4° do projeto obriga a fixação de aviso e placas informando que naquele espaço existem aparelhos voltados especialmente para pessoas com deficiência física e que seu uso é de exclusividade para esses clientes.



 www.acordacidade.com.br

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Petição Pública

Passo a seguinte informação que recebi de amigos por email. Vamos nos unir nessa causa.

"Amigos, a Educação inclusiva está ameaçada de retrocesso devido a um novo decreto que revigora as escolas especiais como espaços educacionais substituindo as escolas inclusivas. Estamos solicitando que leiam e assinem esse abaixo assinado que pretende dizer ao poder público que não concordamos com tal atitude. Leiam e assinem, não podemos perder o que já conquistamos!"

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=INCLUSAO

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PLANO VIVER SEM LIMITES

R$ 1,8 bilhão para inclusão social de pessoas com deficiência


Brasília, 17/11/2011 - A presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quinta-feira, 17, o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite. Até 2014, o governo federal investirá R$ 1,8 bilhão em capacitação profissional, obras de acessibilidade e outras medidas para a integração de pessoas com deficiência na sociedade. Está prevista, por exemplo, a readequação de 42 mil escolas e a compra de 2600 ônibus escolares acessíveis.

Em 2010, 484.332 estudantes com deficiência estavam matriculados em escolas públicas. Ao lançar o plano, a presidenta Dilma Rousseff anunciou que deverão ser atendidos 45 milhões de brasileiros com deficiência independentemente de idade, classe social ou gênero. “É um plano para garantir cidadania plena aos brasileiros com deficiência”, disse a presidente. “É fundamental que olhemos para as pessoas com deficiência e fortaleçamos o seu protagonismo, promovendo a sua autonomia e eliminando as barreiras para oportunidades”, afirmou.

Além do Ministério da Educação (MEC), o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – viver sem limites integra a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República; a Casa Civil; Secretaria-Geral da Presidência da República; Ministérios da Saúde, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Esporte, Ciência, Tecnologia e Inovação; Cidades, Fazenda, Planejamento, Comunicações, Previdência Social e Cultura.
http://redecomunicadores.mec.gov.br/

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

mensagem

Cerca de 2 milhões de pessoas com deficiência serão beneficiadas com nova lei

Na semana em homenagem ao Dia do Deficiente Físico (11/10), o Brasil comemora mais um avanço em sua legislação. Trata-se da Lei 12.470/11, publicada em setembro, que diminuiu as barreiras trabalhistas para cerca de dois milhões de pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Com a nova Lei, as pessoas com deficiência que recebem o BPC não perderão mais o benefício quando entrarem no mercado de trabalho, como ocorria até pouco tempo. Antes, independentemente de serem efetivados no emprego, os beneficiários perdiam em definitivo o benefício, o que desestimulava a procura por postos de trabalho. Ao ter o BPC apenas suspenso (e não extinto), esses profissionais passam a se beneficiar de todas as vantagens cognitivas e sociais que um trabalho pode proporcionar.
Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 14,5% da população brasileira possui algum tipo de deficiência. Dos cerca de 24,6 milhões de pessoas que possuem ao menos alguma dificuldade em enxergar, ouvir, locomover-se ou alguma deficiência mental ou física, apenas nove milhões estão no mercado de trabalho. “Sabemos que, além do preconceito e da falta de qualificação, a nossa legislação também se mostra como barreira para que grande parte das pessoas com deficiência possam entrar no mercado formal. Por isso, propomos mudanças por meio da MP 529/11, que agora se concretizam com a Lei 12.470/11”, explicou o relator da medida na Câmara, deputado federal André Figueiredo (PDT/CE).
Para o vice-presidente administrativo do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Luís Cláudio Pereira, a lei garantirá mais qualificação profissional para as pessoas com deficiência. “A iniciativa do deputado André Figueiredo é muito bem vista pelo CPB, já que os empregadores alegam que não contratam pessoas com deficiência porque elas não são qualificadas. Mas como se qualificarão se não tiverem a oportunidade de trabalhar? A sociedade tem que lembrar que, mesmo com limitações, a pessoa com deficiência pode desempenhar diversas funções, basta ter o treinamento adequado para isso”, comemorou.
Garantia similar foi proposta também para os aprendizes com deficiência, que, ao invés de perderem o BPC, passem a acumular a ajuda financeira com o salário-aprendizagem. “O salário do aprendiz se dá por mínimo-hora e, normalmente, o jovem trabalha em período parcial, o que diminui o valor da remuneração recebida. Além disso, não se pode desconsiderar a importância psicossocial da aprendizagem para a pessoa com deficiência, já que esse mecanismo poderá levá-la à emancipação do benefício assistencial por meio de sua inserção no mercado formal”, explicou o relator.
Outra mudança proposta pelo deputado cearense beneficiará os mais de 2 milhões de brasileiros com deficiência intelectual ou mental a ingressarem no mercado formal. Ao modificar a legislação, André Figueiredo permitiu que, mesmo que exerçam alguma atividade remunerada, as pessoas com deficiência mantenham-se como beneficiários da pensão por morte dos pais, paga pela Previdência Social. Antes da edição da Lei 12.470/11, ao ingressarem no mercado de trabalho, o benefício era extinto. “Da forma como estava, a lei servia de desestímulo para o ingresso dessas pessoas no trabalho. Sabemos que a pensão é a única garantia real e vitalícia capaz de dar segurança ao órfão com deficiência intelectual ou mental. Por isso, agimos para corrigir essa distorção na legislação”, explicou André.
Fonte: Media House Comunicação

sábado, 8 de outubro de 2011

Sobre Autismo.

Autismo não é problema ‘meramente pediátrico’, diz pesquisador brasileiro


O biólogo brasileiro Alysson Muotri, que trabalha na Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA, esteve em São Paulo na segunda-feira (26/09) para dar uma palestra a um grupo formado por pais de autistas e médicos que tratam pacientes desse tipo. O evento foi promovido pela associação Autismo e Realidade.
O laboratório de Muotri é especializado nas pesquisas sobre os transtornos do espectro autista, como é conhecido o conjunto de condições que provocam sintomas semelhantes, sobretudo a dificuldade no contato social. Em 2010, a equipe conseguiu, em laboratório, curar um neurônio que tinha a síndrome de Rett, uma das formas de autismo.
Como trabalha em laboratório, sem contato direto com pacientes, o biólogo aproveita palestras como essa para aprender sobre o outro lado do autismo. “Eu sempre tentei manter esse contato bem íntimo com os pais e com os médicos até para me educar, conhecer quais são os sintomas e os quadros clínicos. Com isso, eu vou pensando em tipos de ensaios celulares que eu consigo fazer a nível molecular”, disse o pesquisador.
Nos EUA, a relação com associações filantrópicas é ainda maior. Segundo ele, as doações que provêm de grupos como esse constituem “uma fonte importante de renda para a pesquisa”. “O Brasil não tem essa cultura”, contrapôs.
Segundo Muotri, investir na cura do autismo vale a pena não só pelas melhorias na vida dos pacientes, mas também pelo retorno econômico em longo prazo. Ele calculou que, ao longo da vida, um autista custa US$ 3,2 milhões, e ressaltou que cerca de 1% das crianças norte-americanas têm a disfunção – não há registro estatístico para o Brasil.
“As pessoas se enganam de achar que esse é um problema meramente pediátrico. As crianças vão crescer, vão ficar adultas e muitas delas vão ficar dependentes, dependentes de alguém. Nos EUA, a dependência é do estado”, argumentou o pesquisador, que é colunista do G1.
O autismo
A genética por trás do autismo é complexa. Afinal, não se trata de uma doença, mas de várias síndromes. “A forma de herança é difícil de explicar. Não é um gene que passa de pai para filho. São 300 genes, há uma interação entre eles, se misturam a cada vez que isso é passado para uma geração”, explicou Muotri.
Por isso, quando pensa num potencial medicamento que possa levar à cura do autismo, o pesquisador deixa de lado a causa genética e prioriza o funcionamento dos neurônios. Nos autistas, a sinapse – ativação das redes neurais – não funciona da mesma maneira. A comunicação entre as células nervosas é menor e os transtornos são consequência disso.
No momento, sua equipe está procurando um remédio que possa melhorar esse funcionamento. Para isso, estão fazendo testes com microorganismos que vivem no fundo do mar, cuja composição química ajuda na interação com os neurônios. Outra opção são medicamentos feitos no passado para tratar outras doenças e não funcionaram, mas que podem dar certo nesse caso; a vantagem é que eles já têm aprovação prévia dos órgãos regulamentadores dos EUA.
Achar a substância certa é difícil, pois Muotri definiu o método de procura como “totalmente tentativa e erro”. “O que a gente chama de drogas candidatas são as que a gente já sabe que atuam na sinapse, mas elas podem não funcionar. Quanto mais a gente testar, melhor, aumenta a chance de a gente encontrar alguma coisa”, contou.
O autismo hoje não tem cura. Porém, em 5% dos casos, quando o diagnóstico é rápido e a variação é mais branda, as crianças conseguem eliminar a síndrome com acompanhamento psiquiátrico.
Fonte: G1

A Revolução na Área da Deficiência

mensagem

Steve Jobs e a revolução na área da deficiência
 
Quando criou o iPad, Steve Jobs não tinha ideia do quanto aquela ferramenta iria ajudar um grupo de pessoas em geral esquecido. Sem querer, a comunidade de pessoas com deficiência ganhou um aliado de peso. O iPhone e iPad – influenciando os demais smartphones e tablets – acumulam um mundo de possibilidades para desenvolver as habilidades de pessoas com deficiência,  facilitar  sua vida, além de entretê-las e divertí-las, como nunca antes se imaginou possível.
Como forma de homenagear este visionário que infelizmente se foi, compartilho abaixo alguns dos usos possíveis do iPad e seus aplicativos por pessoas com deficiência. Melhor ainda quando chegarem ao Brasil os tablets de US$ 35 lançados na India, que assim poderão efetivamente chegar às mãos das pessoas com deficiência no país e no mundo.
Os vídeos abaixo estão em inglês, mas podem ser entendidos em grande parte apenas pelas imagens.
Minha filha, Amanda, jogando memória com o iPad
O iPad é uma mudança radical para pessoas com autismo
Aqui um menino com apraxia pede para comer queijo e biscoito usando o iPad.
Neste um menino com autismo aprende a escrever as letras usando o iPad.
Menino com autismo ganha um iPad e começa a descobrir suas múltiplas funções
O mesmo menino usando o iPad para ajudar com o que está estudando na escola
Menina com síndrome de Down aprendendo a ler, escrever e falar com o iPad
Proloquo2go customizado para uma menina pequena se comunicar
Criança com síndrome de bebê sacudido usa o iPad para usar mão
Bebê com holoprosencefalia brinca com o iPad
Homem surdo mostra aplicativos úteis
Homem surdo apresenta aplicaticos, inclusive o telefone com imagem no iPad2
Acessibilidade – Voice Over, Zoom e White on Black
Fonte – Inclusive

sábado, 24 de setembro de 2011

Especialista explica os tipos e os sintomas do glaucoma

Doutora Liliana Cruz ainda esclareceu sobre o glaucoma congênito, que de acordo com ela, é um tipo específico em crianças
23/09/2011 15:39
Roberta Costa | Doutora Liliana Cruz

Foto: Roberta Costa | Doutora Liliana Cruz

Daniela Cardoso
A Doutora Liliana Cruz especialista em glaucoma, falou no Programa Acorda Cidade na manhã de quinta-feira, (22), sobre o glaucoma. Ela explicou as causas, os sintomas, os tipos existentes da doença e esclareceu também sobre o glaucoma congênito, que de acordo com ela, é um tipo específico em crianças. Confira a entrevista.

Acorda Cidade - O que é glaucoma?

Liliana Cruz - É uma doença silenciosa que tem basicamente três características: o aumento da pressão intra-ocular, a alteração do nervo ótico e a alteração do campo visual. Os pacientes vão perdendo a visão progressivamente sem sentir, porque a doença não apresenta sintomas e quando a pessoa percebe já está sem enxergar.

AC - Quais os tipos de glaucoma?

Liliana Cruz -
Existem dois tipos, o de ângulo fechado e de ângulo aberto. O glaucoma de ângulo aberto tem outros subtipos que é glaucoma crônico simples, pseudo-esfoliativo glaucomas juvenis, e alguns que são glaucomas provocados por outras doenças como a diabetes, por exemplo.

AC - Quem tem maior risco de desenvolver o glaucoma?

Liliana Cruz -
O paciente que tem histórico familiar com glaucoma aumenta o risco em 50% de ter também. Outros pacientes com risco são as pessoas míopes, pessoas com diabetes, com alterações nos vasos. Esse grupo deve ter um acompanhamento de um oftalmologista, pelo menos anualmente, depois dos 40 anos.

AC - Existe a possibilidade de uma criança desenvolver o glaucoma?

Liliana Cruz -
Existe. O glaucoma congênito é um tipo especifico em crianças. Nesse caso a criança já nasce com o problema e o tratamento é totalmente cirúrgico, não existe tratamento clínico. Quanto mais cedo operar o recém nascido, melhor, normalmente operamos crianças a partir do sétimo dia de vida. Geralmente quem dá o diagnostico é o pediatra quando pega a criança na sala de parto. Ele percebe o glaucoma, porque a córnea fica grande ou com uma coloração azulada. O glaucoma congênito se comporta de forma diferente, ele é perceptível.

AC - As pessoas que ficam muito tempo em frente ao computador podem ter problemas de visão ou é mito?

Liliana Cruz -
Pode sim. A gente deve lembrar de piscar os olhos, quando estiver em frente ao computador, para não dar sensação de olho seco que incomoda bastante, temos que piscar os olhos para lubrificar deixá-los lubrificados.

http://www.acordacidade.com.br/noticias/81038/especialista-explica-os-tipos-e-os-sintomas-do-glaucoma.html

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Médico tira dúvidas sobre transplante de córnea artificial

Médico tira dúvidas sobre transplante de córnea artificial

Atualmente, Rogério do Sacramento, junto com a doutora Liliana Cruz, é médico responsável pelo Centro Oftalmológico do Hospital São Matheus em Feira de Santana.
18/08/2011 11:58
Acorda Cidade / Roberta Costa

Foto: Acorda Cidade / Roberta Costa

Entrevista com o oftamologista Rogério Silva Sacramento

Daniela Cardoso
O Dr. Rogério Silva do Sacramento, graduado em Medicina pela Escola Baiana de Medicina e Saúde, especializado em córnea e doenças oculares externas, catarata, cirurgia retrativa, lente de contato e ultra sonografia ocular pela Universidade Federal de São Paulo (USP), e tem doutorado em Medicina oftalmológica pela (USP), esteve na manhã de quarta-feira (17), no programa Acorda Cidade. Ele tirou dúvidas sobre transplante de córnea artificial.
Atualmente, Rogério do Sacramento, junto com a doutora Liliana Cruz, é médico responsável pelo Centro Oftalmológico do Hospital São Matheus em Feira de Santana.
Acorda Cidade - O primeiro transplante foi feito em Feira de Santana?
Dr. Rogério - Na verdade não foi um transplante porque o paciente não precisou de uma córnea doada, nós fizemos o procedimento com a própria córnea do paciente, porque o olho dele tinha condições de utilizar a própria córnea.
AC - Quando deve ser utilizada a córnea artificial?
Dr. Rogério - A córnea artificial é recomendada para pacientes que sofreram queimaduras graves, já que esse tipo de queimadura mata todas as células que regeneram a córnea. Então se nós utilizarmos uma córnea normal de doador, ela não vai se desenvolver e, o paciente perde o transplante.
AC - A córnea artificial pode provocar reação adversa?
Dr. Rogério - Essa córnea é um biomaterial, e não é totalmente inerte. Pode dar um tipo de inflamação controlável, que permite que essa córnea não seja colocada para fora do olho. Depois tem que haver um acompanhamento, porque é uma cirurgia complexa e deve haver também o tratamento para o resto da vida, usando colírios e lentes de contato para evitar que essa córnea resseque.
AC - Feira de Santana possui banco de olhos?
Dr. Rogério - Não possui. A Bahia é um pouco atrasada nessa parte de transplante porque com a nova resolução de 1997, o estado demorou em média 10 anos para ter o seu primeiro banco de olhos, e nós sofremos até hoje com isso. Atualmente, são aproximadamente 1.000 pacientes na fila de transplantes, e são realizados em torno de 100 a 200 transplantes por ano, então a fila demora um pouco para andar. Agora o Clériston Andrade está com uma equipe nova, captado transplante e é sempre bom divulgar.
AC - Com que material que é confeccionada a córnea artificial?
Dr. Rogério - É feita de um plástico, um acrílico de alta qualidade, são mais de 30 anos desenvolvendo esse tipo de córnea. Atualmente nos Estados Unidos já foram desenvolvidos mais 4 mil cirurgias desse tipo.
AC - A população tem condições financeiras para realizar esse procedimento?
Dr. Rogério - Nós conseguimos uma doação de algumas córneas, então pessoas simples podem realizar esse procedimento, mas precisamos que seja liberado pela ANVISA o protocolo que está correndo na Universidade Federal de São Paulo, para conseguimos baixar o custo, e para que o Sistema Único de Saúde (SUS) também comece a pagar por esse procedimento, porque existe uma demanda muito grande.
AC - Qual a importância da visita ao oftalmologista?
Dr. Rogério - Logo que nasce a criança deve ser feito o exame do olhinho, logo depois aos 6 meses deve fazer uma visita a um oftalmologista e depois anualmente.
 http://www.acordacidade.com.br/noticias/79500/mco-tira-das-sobre.html

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Curso AEE - Surdez

Prezados,
Gostaria de, por meio deste, divulgar o Curso de Aperfeiçoamento em Atendimento Educacional Especializado para Alunos Surdos - Edição 3, que acontecerá no segundo semestre deste ano. Esta será a terceira edição do curso e será aberta àqueles alunos que não tiveram oportunidade de realizá-lo nas outras edições.

Para inscrever-se nesse curso, você deverá entrar no site abaixo (vagas limitadas) e inscrever-se:

http://www.cead.ufu.br/pre-inscricao-de-alunos-para-o-curso-de-aee-para-alunos-surdos

Por favor, divulgue entre seus amigos e colegas de escola.

Atenciosamente
Jane Eyre Bandeira

domingo, 29 de maio de 2011

Universidade para todos inscreve alunos surdos.


O UNIVERSIDADE PARA TODOS TEM UM NÚCLEO FUNCIONANDO NO COLÉGIO ESTADUAL RUY BARBOSA,QUE CONTA COM UMA SALA INCLUSIVA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS PARA ALUNOS SURDOS.

ESTAMOS DIVULGANDO, POIS AINDA HÁ VAGAS DISPONÍVEIS. OS ALUNOS  QUE JÁ TENHAM CONCLUÍDO O ENSINO MÉDIO E QUE DESEJAM PRESTAR VESTIBULAR E QUEIRAM FAZER O CURSO PRÉ VESTIBULAR DEVEM ENTRAR EM CONTATO COM O SR. WILSON(RESPONSÁVEL PELAS INSCRIÇÕES) NO PRÓPRIO COLÉGIO

ENDEREÇO: RUA BELA VISTA DO CABRAL Nº 34 NAZARÉ ( AO LADO DO TRT)

HORÁRIO: A NOITE 

TEL: 3241-4457

POR FAVOR DIVULGAR

OBRIGADA

--
Marta Gallo

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A nota conjunta assinada pelo MEC, IBC, Ines e Colégio Pedro II.

Assessoria de Comunicação Social Ministério da Educação – Assessoria de Comunicação Social Esplanada dos Ministérios, bloco L, 9º andar, sala 905. Brasília, DF. CEP 70047-900 Telefones: (61) 2022-7520 / 7530 / 7540. Fax: (61) 2022-7532. E-mail: imprensa@mec.gov.br Educação Especial

O Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) e o Instituto Benjamin Constant (IBC) são centros de referência nacional que contam e contarão com o apoio do Ministério da Educação em todas as atividades de ensino, em todos os níveis.
O que está em discussão é o estabelecimento de uma parceria entre instituições de ensino do governo federal para ampliar a oferta de oportunidades educacionais, adicionais e não supressivas aos estudantes surdos e cegos, de modo que esses alunos, matriculados no Colégio Pedro II, possam receber apoio dos institutos, e alunos dos institutos possam efetivar, se quiserem, uma segunda matrícula no Colégio Pedro II. Ressalte-se que a política de dupla matrícula foi regulamentada em 2008, por decreto presidencial.
Para isso, o MEC se compromete a oferecer os recursos necessários para que a parceria se efetive, incluindo bolsas de iniciação à docência no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID).
As instituições apresentarão ao MEC, oportunamente, proposta de trabalho para o ano de 2012.
(Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação)
Ministro Fernando Haddad reúne-se com representantes do Ines e do IBC

ACS

Esclarecimento sobre o fechamento do IBC e do INES

Haddad esclarece questão sobre oferta de vagas a alunos do IBC e do Ines
Terça-feira, 05 de abril de 2011 - 18:02
Ampliação da oferta de inclusão dos alunos do Instituto Benjamin Constant (IBC) e do Instituto Nacional de Surdos (Ines) no Colégio Pedro II. Este foi o resultado do encontro desta terça-feira, 5, do ministro da Educação, Fernando Haddad, com as diretoras do Ines, Solange Rocha, do IBC, Maria Odete Santos Duarte, e do Colégio Pedro II, Vera Maria Rodrigues, e que esclarece rumores recentes de que os institutos corriam o risco de fechamento.
Haddad esclareceu que pretende oferecer aos estudantes dessas escolas vagas em turmas da educação básica do Pedro II. As vagas serão abertas no contraturno. Segundo o ministro, a política de inclusão do governo federal, em vigor desde 2008, é de ampliar as oportunidades educacionais das pessoas com deficiência. “Todo estudante com deficiência tem direito à dupla matrícula, mas a escolha é dele e de sua família”, disse.
As entidades vão apresentar ao MEC, este ano, um plano de trabalho para início de execução em 2012. De acordo com o ministro, o Colégio Pedro II pode, por exemplo, receber estudantes egressos do ensino fundamental do Ines e do IBC para cursarem o ensino médio.
Ao mesmo tempo, os dois institutos podem oferecer graduandos de cursos de licenciatura para trabalhar com a língua brasileira de sinais (libras) e com braile no Pedro II. Esses graduandos, segundo Haddad, receberão do MEC bolsas de iniciação científica para desenvolver essas atividades.
Entidades federais de excelência, na avaliação de Haddad, as três escolas vão interagir em parceria para ampliar a oferta de educação inclusiva. O Colégio Pedro II tem hoje cerca de 13 mil alunos, o IBC, 300, e o Ines, 480. Na reunião desta terça-feira foi celebrado um acordo para induzir a dupla matrícula.
Segundo a diretora do Colégio Pedro II, Vera Maria Rodrigues, a escola já tem matrícula de alunos com deficiência, oferece educação profissional e em 2012 vai abrir turmas de educação infantil. Agora, vai atender o desafio proposto pelo Ministério da Educação de ampliar a oferta de vagas para alunos do Ines e do IBC.
Para Maria Odete Duarte, diretora do IBC, a parceria possibilitará à escola apresentar aos pais dos alunos a opção de matrícula no Colégio Pedro II, que é uma instituição de reconhecido valor.
Desde a criação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), em 2007, as escolas com matrículas de estudantes com deficiência registradas no censo escolar recebem o dobro do valor por aluno ao ano. Essa decisão, pactuada com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Unidime), permite que o aluno estude em classe regular em um turno e em classe especial em outro.
Evolução – A política de inclusão promovida pelo MEC apresenta resultados em diversos campos. A evolução dos investimentos na educação especial entre 2003 e 2010 foi de R$ 43 milhões para R$ 317 milhões. A formação de professores que atuam na educação especial passou de 33.691 educadores, em 2000, para 68.117, em 2010, um aumento de 102,3%. As matrículas em classes regulares de escolas públicas também cresceram, segundo o censo escolar. Em 2000, eram 81.695 estudantes; em 2010, 484.332, o que representa um crescimento de 493%.
Outros números mostram como o MEC investiu para equipar as escolas públicas com recursos multifuncionais. De 2005 a 2010, o ministério implementou, em parceria com estados e municípios, 24.301 salas de recursos multifuncionais, em 83% dos municípios e em 42% das escolas públicas.

Ionice Lorenzoni
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16496:haddad-esclarece-questao-sobre-oferta-de-vagas-a-alunos-do-ibc-e-do-ines&catid=205&Itemid=86